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is íntimos - UOL BlogComecei a acariciar o membro dele e toquei o pau dele com o meu rosto, como quem simula um boquete. Ele ficou louco! Abriu o zíper da calça e colocou o pau para fora. Eu estava morrendo de vontade de chupar aquele pau e caí de boca quando o vi para fora da calça. Chupei com vontade, como há muito tempo não fazia. O gringo não estava acreditando. Ali perto, a festa rolava solta e eu fazendo um boquete no cara. Eu chupava desde a cabeça até a base do pau, quase me engasgando com o tamanho daquela gostosura. O meu clitóris estava explodindo e minha calcinha encharcada de tão excitada que eu estava. Eu ficava imaginando como seria ser invadida por aquele pau e queria muito sentir ele dentro de mim. O desejo era recíproco, pois ele disse que precisava meter em mim. O espaço era pequeno e o risco de alguém chegar era grande. Mas, por sorte, ninguém tinha se aproximado até o momento.
Perguntei se ele tinha camisinha e ele confirmou que sim. Dei um sorriso e fui o máximo possível para o canto do cafofo. A melhor posição seria ficar em pé, de costas para ele e foi o que fiz. Tirei a calcinha e me apoiei na parede, com a bundinha bem empinada para o gringo. Ele soltou uma exclamação de prazer, enquanto pegava o pau para enfiar na minha xota. Dei um gemido de tesão quando senti entrar, pois era um pau muito gostoso. Olhando de costas, vi a cara dele de alucinado, enquanto ele fodia a minha xota.
Comigo apoiada na parede, ele foi aumentando a intensidade do movimento até explodir no orgasmo, soltando um grito animal. Sorte que a música estava alta, senão todo mundo teria escutado. Depois que ele tirou o pau de dentro de mim, nos olhamos ainda com tesão. Ele perguntou se a gente poderia ir para outro lugar e eu disse que não, que era melhor para nós dois ficar somente com aquele momento. Ele disse que nunca iria esquecer essa transa e eu concordei. Eu precisava voltar para a festa, pois sabia que os meus amigos deveriam estar me procurando para ir embora. Dei um último beijo nele e, quando ia saindo, ele perguntou se poderia ao menos saber o meu nome. Com um sorriso, respondi “Patrícia”. Ele disse: “Prazer em conhecê-la. Eu sou o Alex”. Antes de sair, respondi: “O prazer foi todo meu, Alex”.
Enviado por Patrícia R.G. - Rio de Janeiro
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